Atriz Rogéria morre aos 74 anos no Rio

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(Foto: Divulgação)

A atriz Rogéria, de 74 anos, cujo verdadeiro nome era Astolfo Barroso Pinto, morreu na noite de ontem (4), vítima de choque séptico. O corpo foi liberado do Hospital Unimed-Rio, onde ela estava internada, no fim da madrugada. De acordo com a unidade hospitalar, ela estava internada desde 8 de agosto devido a um quadro de infecção urinária.

O corpo da atriz está sendo velado desde as 11h desta terça-feira (5), no Teatro João Caetano, no Centro do Rio. Nos primeiros momentos, o velório será fechado apenas para a família e amigos. De 13h às 18h, será aberto ao público. O enterro ocorre na quarta (6), na cidade de Cantagalo, na Região Serrana do Rio de Janeiro, onde ela nasceu.

Em 25 de agosto, a atriz chegou a receber alta da Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do hospital e foi levada para o quarto. Em julho, a atriz tinha sido internada por duas semanas em uma clínica em Laranjeiras, devido a uma infecção generalizada. O seu quadro havia piorado depois de uma crise convulsiva.

Em redes sociais, artistas e amigos publicaram mensagens em homenagem a atriz.

“Céu está mais Alegre…E nossos corações um vazio imenso… Obrigada, Divina Mestra. Foi um presente beber seus ensinamentos e de sua sabedoria!”, escreveu Nany People.

“Informamos que a nossa amada Rogéria será sepultada em Cantagalo, cidade onde nasceu. O velório no Rio de Janeiro, será amanhã, no Teatro João Caetano. Das 11h às 13h para família e amigos. Das 13h às 18h para todos. Obrigada por todas as orações e carinho”, informou a atriz Leandra Leal.

“Rogéria morreu. Foi uma pioneira. Conseguiu ser famosa num mundo preconceituoso. Eu a conheci pessoalmente e garanto, tinha o brilho da estrela que sempre foi. Viva Rogéria!”, disse o autor Walcyr Carrasco. “Rogéria se intitulava ‘travesti da família brasileira’ e sempre fez questão de deixar clara a porção Astolfo que habitava em Rogéria, ou vice-versa. Vai fazer falta.”

“Eu a encontrei apenas uma vez. Foi no ano passado quando ela passou pelo nosso camarim. Ainda bem que a conheci! Lembro que saí contando pra todo mundo “que astral!”, “que pessoa positiva!”, “que carinhosa!”… Uma pessoa que certamente viveu dias duríssimos naqueles tempos em que mal se usava a palavra aceitação. Mas, do pouco que vi e do muito que escutei, posso dizer que era só alegria! Descanse em paz, Rogéria!”, lembrou o jornalista Tadeu Schmidt.

Com informações do G1 e O Globo

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