Assista Bohemian Rhapsody!

0
137

Hoje, temos uma dica linda para vocês. Quando digo “temos” significa que somos eu e um convidado especial que escreve para vocês hoje. Quem é ele? Quem é ele?

Vinícius da Mata, vulgo, meu marido, que vos fala sobre o filme que até hoje nos deixou arrepiados. Pedi, sem ameaças, claro, que ele escrevesse sobre o filme porque eu mesma só conseguia ficar deslumbrada com aquele espetáculo de obra.

Então, com vocês, Vinícius, ou simplesmente, Vini, falando sobre Bohemian Rhapsody, Aplausos, galera!!!

Eu não sou um grande fã de Queen, mas não dá pra negar que o arrepio sempre vem quando se ouve os pés e mãos batendo em “We Will Rock You” ou cantando “We are the Champions” e “Love of my life”. Falar sobre a “Vossa Majestade” é falar sobre um legado musical importantíssimo que ecoará para sempre. Com toda essa responsabilidade nas costas, chega até nós o filme Bohemian Rhapsody, que retrata 15 anos de trajetória de uma das melhores bandas de rock de todos os tempos.

O longa metragem é bem montado, tem um ótimo ritmo e uma bela edição. Ele não apenas te mostra como eram as apresentações, você se sente na plateia, como se estivesse ouvindo a banda pela primeira vez. É nostálgico, empolgante e emocionante.

As interpretações são um espetáculo à parte. É incrível ver o trabalho do Rami Malek como Freddie Mercury. Os movimentos, o olhar, a animação…tudo está ali!  Um destaque a atuação do Gwilyn Lee, que interpreta o lendário guitarrista Brian May. Eu realmente não sabia distinguir se era o ator ou o próprio May na tela.

O filme consegue abraçar, embora não se aprofunde, em assuntos desconhecidos por muita gente, como por exemplo o fato de Freddie e sua família serem refugiados. Há também o conflito entre o vocalista e a sua família. Há peso ali e o longa consegue te fazer sentir a dor também.

Agora, Bohemian Rhapsody é uma boa biografia? Sinto dizer que peca em relação a isso. Algumas alterações na história da banda atrapalham aqueles que são apegados a detalhes. A origem e formação da banda e a história de alguns personagens e como eles entram na vida de Mercury sofreram algumas modificações. Em relação a esses pontos, sugiro a você a assistir ao documentário “Queen: Days Of Our Lives”.

Outro detalhe que também faz o filme pecar é o tempo cronológico. O filme se propõe a dar datas, porém os eventos que acontecem ali estão totalmente fora de ordem (Rock in Rio em 76? Sério? 09 anos de diferença entre o Rock in Rio e o Live Aid? Mas só foram uns 6 meses).

Mas a pergunta que não quer calar: Vale a pena? VALE! Vale muito! Afinal é sobre o Queen! Escolha a maior tela de cinema que está em sua cidade. Chame os amigos. Se maravilhe com a celebração dos maiores hits de uma das maiores bandas que já existiu. Garanto que você se sentirá no meio do público e o arrepio ao ouvir cada música virá.

Por Vinícius da Mata

Sem comentários

LEAVE A REPLY